Abra o PGR da sua empresa e procure uma linha sobre o risco que mais afasta gente do trabalho no Brasil, atrás apenas das doenças da coluna. Na maioria das empresas, ela não existe.
Até maio de 2026, isso era uma escolha. Agora não é mais.
● Foram 546.254 benefícios por incapacidade temporária ligados a transtornos mentais em 2025 — recorde histórico, alta de 15,66% sobre 2024 e quinto ano seguido de crescimento (INSS / Ministério da Previdência Social).
● Um em cada sete afastamentos do trabalho no país já acontece por transtorno mental ou comportamental.
● Só a ansiedade respondeu por 166.489 licenças em 2025.
● Entre 2023 e 2025, os afastamentos cresceram cerca de 80%, com impacto próximo de R$ 1 bilhão em benefícios pagos (ANAMT).
● Mulheres são 63,5% dos casos.
E desde 26 de maio de 2026, a nova NR-1 exige que a avaliação e a gestão de riscos psicossociais façam parte do GRO e do PGR — com fiscalização, autuação e multa, do mesmo jeito que já acontece com riscos físicos e ergonômicos.
Saúde mental saiu da pauta de bem-estar e entrou na pauta de conformidade.
Muita empresa contrata uma plataforma de terapia, considera o tema resolvido e segue em frente. A NR-1 diz o contrário. O foco da norma não é o diagnóstico individual do colaborador — é o contexto de trabalho que produz sofrimento: sobrecarga, metas incoerentes, falta de clareza, chefia imprevisível, assédio.
A lei passou a exigir que a empresa meça o ambiente, não a pessoa. E ambiente se mede com instrumento validado, não com formulário improvisado.
Plano de saúde é remediação. A lei exige prevenção documentada.
O custo de não agir chega em três camadas:
1. O afastamento: salário e encargos nos primeiros 15 dias, substituição, horas extras de quem absorve a demanda.
2. O passivo jurídico: um afastamento com nexo ocupacional abre caminho para indenização e estabilidade.
3. A autuação: desde maio de 2026, a multa por não gerenciar riscos psicossociais independe de alguém ter adoecido.
Um único caso judicializado costuma custar mais que o diagnóstico anual da empresa inteira.
O Voluntus identifica gaps de valorização: a distância entre o que a pessoa precisa e o que percebe receber. Esse gap é uma causa mensurável de sofrimento no trabalho.
O Startrust mede a confiança na relação com a liderança, um dos principais preditores de esgotamento.
Na Antares Talentos, usamos esses instrumentos para transformar o que antes era percepção em dado — e dado dá para gerir.
4. Awareness (1ª quinzena): aplicar Voluntus e Startrust como instrumento de avaliação psicossocial, com relatório por área e por nível.
5. Consciousness (1º mês): classificar riscos em alto, médio e baixo, ligando cada achado a um fator da NR-1, em formato anexável ao PGR.
6. Change (2º e 3º mês): plano de ação com responsável, prazo e evidência. Onde o fator crítico for a liderança, desenvolvimento daquele gestor.
7. Sustain (4º ao 6º mês): medir de novo, comparar e registrar a evolução. A avaliação psicossocial não é evento — é obrigação continuada.
A NR-1 criou uma demanda que não depende de convencer ninguém sobre a importância do tema — a lei já fez isso. Muitas consultorias de segurança do trabalho cuidam do PGR, mas não têm um instrumento psicossocial validado. Esse módulo é exatamente o que falta, e é aí que a Antares Talentos entra como parceira.
Saúde mental no trabalho deixou de ser um “extra”. É risco gerenciável, é obrigação legal e, antes de tudo, é gente.
Fale conosco e vamos você a resolver essa questão em parceria com quem cuida da sua NR-1.
Somos parceiros, não concorrentes.